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Afeganistão


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       O Afeganistão (oficialmente, República Islâmica do Afeganistão, em pachto, em persa) é um país sem saída para o mar no centro da Ásia. É comumente designado como um país da Ásia central, da Ásia meridional e do Oriente Médio. Possui vínculos religiosos, etno-linguísticos e geográficos com a maioria dos países vizinhos. Limita com o Paquistão ao sul e ao leste, com o Irão a oeste, com o Turcomenistão, o Uzbequistão e o Tadjiquistão ao norte, e com a China a nordeste. O nome do país significa "terra dos afegãos".
 
       O país é um cadinho cultural entre o Ocidente e o Oriente e tem sido um antigo ponto focal para o comércio e a migração. Sua localização é estratégica, ao ligar o sul, o centro e o sudoeste da Ásia. Ao longo de sua história, o país assistiu a diversos invasores e conquistadores, embora em outras ocasiões reinos locais tenham invadido as regiões vizinhas.
 
      O Afeganistão já foi disputado por diversos impérios, desde Alexandre, o Grande, até o Império Britânico.
 
      A  falta de união entre as fileiras guerrilheiras deu início a uma guerra civil e, ao longo da década de 90, uma milícia fundamentalista denominada Talibã obteve o controle de 95% do país, deixando que apenas uma pequena área ao norte fosse controlada pela inimiga Aliança do Norte.
 
      Os ataques terroristas contra Nova York e Washington, em 11 de setembro de 2001, tiveram grandes consequências para a história contemporânea do Afeganistão. Depois de os EUA exigir a prisão e a extradição do saudita Osama Bin Laden (hospedado pelo governo Talibã e acusado dos ataques), declararam guerra contra o Talibã e, a partir do dia 7 de outubro, passaram a bombardear massivamente o território afegão, enfraquecendo a milícia fundamentalista. No final de novembro de 2001, o Talibã já havia perdido o controle de praticamente todo o país, com exceção da cidade de Kandahar, onde a milícia mantinha seu quartel-general.
 
      As forças do Talibã se tornaram mais efetivas em 2006, e chegaram até a anunciar seu governo em algumas províncias.
 
     O crime está presente em várias formas. Formas de criminalidade inclui o narcotráfico, o branqueamento de capitais, fraude, corrupção, etc.
 
     O Afeganistão é  o maior produtor mundial de ópio. De 80 a 90% da heroína consumida na Europa provém de ópio produzido no Afeganistão. O tráfico de ópio tornou um importante negócio ilegal no Afeganistão desde a queda do regime talibã, em 2001. De acordo com um inquérito realizado em 2007 pelo Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (UNODC), 93% dos opiáceos no mercado mundial teve origem no Afeganistão.
 
       Outras formas de criminalidade incluem roubo, bem como sequestros e assaltos.
 
     Economia

      A economia afegã foi arruinada por quase duas décadas de conflito. Guerras, terremotos e secas devastaram as estruturas do país. O inverno rigoroso de 2007/2008 e a seca no verão elevaram o preço dos alimentos, em especial da farinha e do arroz.

      A agricultura é o maior setor da economia e a fonte de renda para a maioria dos afegãos. Mas boa parte desse setor é voltada para o cultivo da papoula, matéria-prima do ópio. Existem diversas tentativas de substituir essa cultura por outras plantações.

     O narcotráfico é responsável por 60% da economia afegã. Essa atividade intensificou-se após a queda do Talibã, tornando o país responsável pela fabricação de 93% do ópio encontrado em todo o mundo.

Geografia

        O Afeganistão é um país montanhoso, (com 85% do seu território formado por montanhas) -, embora inclua planícies no norte e no sudoeste e poucas depressões. O ponto mais alto do Afeganistão, o Nowshak, atinge uma altitude de 7 485 m acima do nível do mar. Grandes extensões do país são secas, e o fornecimento de água doce é limitado. O Afeganistão tem um clima continental, com verões quentes e invernos frios. O país é frequentemente abalado por sismos.

Política

        O atual presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, foi escolhido pelo governo dos Estados Unidos para dirigir um governo interino, após a queda dos Taliban.

        O atual governo inclui membros da Aliança do Norte, um grupo político formado por elementos de diferentes regiões e grupos étnicos nomeados pela Loya jirga - conselho ligado às antigas tradições afegãs, inicialmente constituído por membros da etnia Pashtun, majoritária, e atualmente formado por diferentes líderes regionais e tribais, autoridades políticas, militares e religiosas, funcionários do governo, etc.
                                  
Cultura

        A cultura do Afeganistão é milenar. É bastante influenciada pelo Islão, porém recebeu, ao longo dos séculos, influências do hinduísmo e do budismo.

        Há objetos da Arte Gandhara do século I ao século VII, com marcante influência greco-romana. Desde o início do século XX a arte afegã começou a utilizar-se de técnicas ocidentais. A arte era uma tarefa essencialmente masculina, porém recentemente mulheres começaram a se destacar.

Religião

      A princípio, todos os afegãos são considerados muçulmanos. O Artigo 3 da Constituição afegã sustenta que "Nenhuma lei pode ser contrária à crença da sagrada religião do islã".

       A apostasia (abandono do islamismo) e a blasfêmia são crimes passíveis de morte. Por isso, convertidos e ateus podem ser condenados à morte. Os não-muçulmanos residentes no país podem praticar a sua fé, mas não podem evangelizar.

      Em maio de 2007, uma emenda à lei que regula a mídia afegã proibiu a promoção de qualquer religião que não fosse o islamismo. Enquanto manteve o poder, o Talibã instituiu um governo teocrático com base em uma rigorosa interpretação da sharia. Quase todo o território afegão assistiu a uma vigorosa promoção do islã, que resultou em inigualável opressão contra a pequena comunidade cristã.

      Alguns países, entre eles o Irã e a Arábia Saudita, têm apoiado o Afeganistão com o envio de líderes e livros religiosos e dinheiro. O país é lar para muitos muçulmanos radicais. O controle exercido pela família é predominante. A sociedade afegã é dominada pela família estendida (que inclui avós, tios e primos) e há pouco espaço para escolhas individuais. Assim, a maior pressão contra os cristãos locais vem de suas próprias famílias e rede de relacionamentos.

     Os convertidos sofrem uma enorme pressão. Em geral, eles têm três dias para se retratar e voltar ao islamismo; caso contrário podem morrer. Por isso, a maior parte dos convertidos guarda sua fé para si e só a compartilha com pessoas que consideram dignas de confiança.


Dados Gerais:

Capital:  Cabul
Governo: Republica Islâmica
População: 28,2 (24% Urbana)
Área:  652.090 Km
Localização: Centro Sul da Ásia, sem saída para o mar.
Idioma: Dari, Pashto , Uzbeque e Turcomano
Religião: Islamismo 99,4 % Cristianismo 0,01%



Motivos de oração
 

1. Ore pelo povo afegão, em especial pelas crianças. Que elas cresçam em um ambiente pacífico, e tenham oportunidades de estudar. 

2. Ore por obreiros cristãos afegãos e estrangeiros que se dedicam ao ensino espiritual e secular do povo. 

3. Interceda pelos missionários envolvidos em ajuda humanitária e capacitação profissional dos afegãos. Eles correm riscos cada vez maiores de serem sequestrados e assassinados. Peça a proteção e a sabedoria de Deus para eles e suas agências. 

4. Agradeça pela tradução da Bíblia em dari. Que muitos afegãos tenham condições de adquirir um exemplar das Escrituras para si. 

5. Ore pelas eleições governamentais do país e pelo futuro líder. Que ele seja um instrumento de Deus para trazer paz ao seu povo.


Fonte: MCM povos

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Eu sou o Senhor, o Deus de toda a humanidade.Há alguma coisa difícil demais para mim?

(Jr 32:27)


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Ele precedeu a História; Ele criou a História. Seu trono está acima do mundo e fora do tempo. Ele, o Deus eterno, reina na eternidade. ( D M Lloyd-Jones)



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